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março 28, 2005
Poema
Sentir a saudade
em momentos de solidão,
perder a vontade,
sem ter compreensão.
É assim que julga
o folgoso escritor,
que sente a pena
a correr entre os dedos,
como fogo na mão.
Julga, pensa e suspira,
o folgoso escritor
no desespero de saber
como vai ser amanhã.
Publicado por Pedro Braga às março 28, 2005 06:55 PM